Confinamento o ano todo

FRIBOI DAY

Confinamento o ano todo: saiba como fazenda centenária termina 10 mil bovinos

 

Confira o trabalho de pecuária intensiva da fazenda Campanário, que sediou um dos primeiros encontros com pecuaristas do País para mostrar os exemplos de uma produção de gado rentável e em equilíbrio com o meio ambiente. Assista ao vídeo

PUBLICADO EM 12/12/2022 ÀS 11H30 POR FÁBIO MOITINHO – ATUALIZADO EM 12/12/2022 ÀS 12H59

Confinamento o ano todo: saiba como fazenda centenária termina 10 mil bovinos

Confinar bovinos de corte o ano todo se tornou um trabalho comum na fazenda Campanário, localizada no município de Laguna Carapã (MS). Atualmente a propriedade abate cerca de dez mil bovinos a cada ano. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.

 

Giro do Boi desta segunda-feira, 12, apresentou mais uma reportagem especial feita durante o dia de campo Friboi Day.

Realizado pela Friboi, o evento é o primeiro de uma série de dias de campo que servirá para inspirar produtores pelo País, mostrando a sustentabilidade das fazendas que investem em tecnologia na produção de carne.

Pioneirismo na pecuária intensiva no País

Vista aérea da fazenda Campanário. Foto: Divulgação

Vista aérea da fazenda Campanário. Foto: Divulgação

Fundada há cerca de 100, a Campanário foi uma das primeiras fazendas do Brasil a implantar um sistema intensivo de confinamento de bovinos no País.

O sistema de engorda começou em meados da década de 1980, com cerca de mil animais.

“Hoje, já são 10 mil bovinos terminados num sistema que funciona o ano inteiro”, diz Gentil Martins Fernandes, superintendente técnico da fazenda Campanário.

A melhor oferta de capim nas águas permitiu que o número de bovinos fossem confinados pela fazenda.

Tecnologias para o confinamento de gado

Bovinos em área de pasto na fazenda Campanário. Foto: Reprodução

Bovinos em área de pasto na fazenda Campanário. Foto: Reprodução

A Fazenda Campanário reúne uma série de tecnologias que permitem a melhor utilização do confinamento.

O sistema funciona como ferramenta de intensificação do ciclo de produção dos animais, na padronização, e na fertilização das áreas de lavoura e pecuária, através dos dejetos gerados pela estrutura.

Confira no vídeo acima, outros detalhes da intensificação da engorda de bovinos da Campanário.

Fonte:

https://www.girodoboi.com.br/destaques/confinamento-o-ano-todo-saiba-como-fazenda-centenaria-termina-10-mil-bovinos/

Wagyu pode valorizar 220%

CARNE PREMIUM

Wagyu pode ter 220% de valorização na arroba por conta do marmoreio da carne

Saiba mais sobre a raça wagyu criada no País na entrevista com a médica veterinária Iris Santana, técnica da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW)

PUBLICADO EM 12/12/2022 ÀS 12H00 POR FÁBIO MOITINHO – ATUALIZADO EM 12/12/2022 ÀS 12H38

Wagyu pode ter 220% de valorização na arroba por conta do marmoreio da carne

Sabia que o bovino da raça Wagyu pode ter 220% de valorização na arroba por conta do marmoreio da carne? Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes dessa história.

 

O Giro do Boi conversou nesta segunda-feira, 12, com a médica veterinária Iris Santana, técnica da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW).

Um dos trabalhos que tem de ser feito entre os criadores da raça Wagyu é desmistificar que o bovino possui uma das carnes mais caras do mundo, segundo a especialista.

Ela deu alguns detalhes sobre a raça japonesa que está ganhando cada vez mais espaço nas fazendas de pecuária do Brasil.

Apesar de o bovino ter cortes valoriosos como o contra-filé, demais cortes do bovino podem ser facilmente encontrados por cerca de R$ 60 por quilo. Cortes de dianteiro do animal são bons inclusive para churrascos.

Marmoreio inacreditável do gado Wagyu

A médica veterinária Iris Santana, da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW, mostra o exemplos de marmoreio da carne do bovino. Foto: Divulgação

A médica veterinária Iris Santana, da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW, mostra o exemplos de marmoreio da carne do bovino. Foto: Divulgação

O gado é um dos mais valorizados na pecuária de corte por conta de sua capacidade de render índices de marmoreio mais elevados entre as raças de bovinos do mundo.

O marmoreio é a gordura entremeada no músculo do animal. Ele que é o grande responsável pela maciez da carne.

O bovino chega até o nível de marmoreio 12 em fazendas no Japão. Segundo Santana, algumas fazendas do Brasil já conseguem atingir esse feito.

O gado da raça japonesa Wagyu pode dar 220% de valorização da arroba caso o pecuarista consiga um dos mais altos índices de marmoreio da carne.

As raças Wagyu

Exemplares bovinos da raça Wagyu Kuroge. Foto: Divulgação

Exemplares bovinos da raça Wagyu Kuroge. Foto: Divulgação

Na realidade o nome Wagyu não representa só uma raça, mas um conjunto de raças que se desenvolveram no Japão.

A palavra ‘Wagyu’ quer dizer, literalmente, gado do Japão e atualmente são quatro raças que formam o “gado do Japão”.

  • Japanese Black (Kuroge Washu), mais conhecida como Wagyu Kuroge (Preto)
  • Japanese Brown (Akage Washu-Akaushi), mais conhecido como Wagyu Akaushi (Marrom)
  • Japanese Polled (Mukaku Washu) mais conhecido como Wagyu Mukaku (Mocho)
  • e Japanese Shorthorn (Nihon Tankaku Washu) mais conhecido como Wagyu Tankaku (Chifre curto).

Os mais comuns no Brasil são o Wagyu Kuroge e o Wagyu Akaushi.

A criação do taurino japonês no Brasil

Lote de bovinos Wagyu Akaushi com pelagem marrom em área de pasto. Foto: Divulgação

Atualmente são cerca de 50 pecuaristas com bovinos registrados no País e um rebanho puro que chega a 10 mil animais registrados.

Há criatórios da raça nos Estados da Região Sul e Sudeste, assim como no Centro-Oeste e até no Nordeste.

“Com água fresca, um bom pasto e sombreamento no pasto, as matrizes Wagyu podem ser devidamente bem tratadas”, diz Santana.

A entrada no Wagyu no Brasil

Confinamento de terminação de bovinos Wagyu. Foto: Divulgação

Confinamento de terminação de bovinos Wagyu. Foto: Divulgação

O primeiro casal de bovinos da raça japonesa foi comprado pelo empresário japonês Sadao Iizaki, que é um dos líderes da empresa aqui no Brasil.

“O sr. Sadao Iizaki trouxe o gado justamente para poder saborear, aqui no Brasil, a carne que ele já tinha costume de comer em seu país de origem, o Japão”, diz Santana.

Foi a partir deste momento que a raça vem ganhando projeção no País e uma das raças de bovinos de referência para produção de carne premium e de qualidade.

Assista ao vídeo acima e confira outros detalhes sobre a criação da raça e como ela pode valorizar a pecuária brasileira.

Fonte:

Preço do Boi Gordo

veja como ficaram os preços no começo desta semana

De acordo com analista do mercado de boi gordo, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo

PUBLICADO EM 12/12/2022 ÀS 18H55 POR AGÊNCIA SAFRAS

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a arroba do boi segue subindo em alguns estados, como no Mato Grosso e em Minas Gerais, notadamente, onde as escalas de abate seguem apertadas, ainda apontando para alta das cotações no curto prazo.

“Em São Paulo o mercado ainda opera sem fôlego para altas mais consistentes da arroba. Os frigoríficos que operam no estado estão bem escalados, e algumas unidades sequer abriram preços, premissa é válida desde a semana passada. No momento é evidenciada certa acomodação no estado, com o padrão de negócios se repetindo nos últimos dias”, disse Iglesias.

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Dessa maneira, em São Paulo (SP), a referência para a arroba do boi ficou em R$ 290. Já em Dourados (MS), a cotação é de R$266.

Ao mesmo tempo, em Cuiabá (MT), a arroba de boi gordo finalizou o dia cotada a R$ 258. Simultaneamente, em Uberaba (MG), as cotações ficaram em R$ 290.

Já em Goiânia (GO), a arroba teve cotação de R$ 285.

Boi: mercado atacadista
Os preços da carne bovina no mercado atacadista seguem acomodados.

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O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo.

Então, o quarto dianteiro foi precificado a R$ 16,20 por quilo. Já a ponta de agulha teve preço de R$ 16,15.

Por fim, o quarto traseiro do boi ficou cotado em R$ 21,90 por quilo.

Fonte: https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/boi-veja-como-ficaram-os-precos-no-comeco-desta-semana/